segunda-feira, 23 de novembro de 2015

I FEIRA DO LIVRO - UNIMAR








PIQUENIQUE




20 DE NOVEMBRO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


Em 20 de novembro comemora-se no Brasil o Dia da Consciência Negra. Mas você sabe o motivo de escolha dessa data?
Foi nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi dos Palmares. Este foi a liderança mais conhecida do chamado Quilombo dos Palmares, que se localizava na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. A fama e o símbolo de resistência e força contra a escravidão mostrado pelos palmarinos fizeram com que a data da morte de Zumbi fosse escolhida pelo movimento negro brasileiro para representar o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida pela Lei 12.519/2011.
Outro motivo para a escolha dessa data foi o fato de que no Brasil o fim da escravidão é comemorado em 13 de maio. Nesse dia, no ano de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que abolia a escravidão no Brasil. Porém, comemorar o fim da escravidão em uma data em que uma pessoa branca e pertencente à família real portuguesa, a principal responsável pela escravidão no Brasil, assinou uma lei pondo fim ao cativeiro faz parecer que a abolição foi feita pelos próprios escravistas. Faz com que a abolição fosse apresentada como um favor dos brancos aos negros.
A escolha do dia 20 de novembro serviu, dessa forma, para manter viva a lembrança de que o fim da escravidão foi conseguido pelos próprios escravos, que em nenhum momento durante o período colonial e imperial deixaram de lutar contra a escravidão.
Os quilombos não deixaram de existir quando Palmares foi destruído sob o comando do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Vários outros quilombos foram formados nos duzentos anos após o fim de Palmares.
Mesmo nos anos finais da escravidão a ocorrência de fugas em massa de escravos das fazendas, a ocupação de terras e a realização de rebeliões foram muito importantes para que a Lei Áurea fosse assinada.
O fim da abolição não representou também o fim dos problemas sociais para os escravos libertados. O racismo e a resistência à inclusão dos negros na sociedade brasileira após a abolição foram também um motivo para se escolher o 20 de novembro como data para se lembrar dessa situação.
A resistência dos afrodescendentes não se fez apenas no confronto direto contra os senhores e forças militares, ela também ocorreu no aspecto religioso e cultural, como no candomblé, na capoeira e na música. Relembrar essas características culturais é uma forma de mostrar a importância dos africanos escravizados e de seus descendentes na formação social do Brasil.
São esses alguns dos objetivos da comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra em 20 de novembro.
* Crédito da Imagem: http://agenciabrasil.ebc.com.br/.

NOVEMBRO AZUL

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA CAMPANHA
O câncer de próstata é uma doença silenciosa, com números alarmantes: de 68 mil novos casos que são descobertos ao ano no Brasil, quase 14 mil acabam em morte. Contudo, a detecção precoce da doença pode aumentar as chances de cura em 90%. No entanto, há ainda um vilão nesta batalha: cerca de 87% dos homens afirmam que o preconceito atrapalha na realização de exames preventivos. 
A função do Novembro Azul é conscientizar as pessoas acerca da doença, incentivar a prevenção e desconstruir preconceitos em favor da vida, buscando levar informação e conscientização a todos em prol da saúde masculina. 
http://www.novembroazul.com.br/noticias/novembro-azul/vamos-fazer-ainda-melhor-em-2015/





quinta-feira, 5 de novembro de 2015

DIA NACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA


Dia Nacional da Língua Portuguesa (Lei 11.310)
Você sabia que a língua nacional tem data comemorativa no Brasil desde 2006? Com a Lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei do Senado n. 149/04, de autoria do Senador Papaléo Paes (AP) que institui o dia 5 de novembro como Dia Nacional da Língua Portuguesa no Brasil.

Conheça a lei:
Institui o Dia Nacional da Língua Portuguesa.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º  É instituído o Dia Nacional da Língua Portuguesa a ser celebrado anualmente no dia 5 de novembro, em todo o território nacional.
Art. 2º  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  12  de junho de 2006; 185º da Independência e 118º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
João Luiz Silva Ferreira

Obs.: o dia 5 de novembro foi escolhido por se tratar da data de nascimento do baiano Ruy Barbosa (1849-1923), notável orador e estudioso da língua portuguesa no Brasil.






quarta-feira, 28 de outubro de 2015

DIA NACIONAL DO LIVRO


29 DE OUTUBRO
No dia 29 de outubro é comemorado o dia nacional do livro.
Para a primeira biblioteca do Brasil, Portugal disponibilizou um acervo bibliográfico muito rico, vindos da Real Biblioteca Portuguesa, com mais de sessenta mil objetos. O acervo era composto por medalhas, moedas, livros, manuscritos, mapas, etc.
As primeiras acomodações da Biblioteca foram em salas do Hospital da Ordem Terceira do Carmo, na cidade do Rio de Janeiro.
A escolha da data foi em razão da transferência da mesma para outro local, no dia 29 de outubro de 1810, fundando-se assim a Biblioteca Nacional do Livro, pela coroa portuguesa.
Da data da fundação até por volta de 1914, para se fazer consultas aos materiais da biblioteca era necessária uma autorização prévia.
Os livros são um conjunto de folhas impressas, onde o escritor coloca suas ideias, a fim de deixá-las registradas ou para que outras pessoas possam tomar conhecimento das mesmas. Eles podem variar no gênero dos textos apresentados, sendo documentário, romance, suspense, ficção, autoajuda, bíblico, religioso, poema e poesia, disciplinas escolares, profissões e uma infinidade de áreas.
Para se publicar um livro, o autor deve procurar uma editora a fim de apresentar seu material, que deverá estar devidamente registrado em cartório, para garantir os direitos autorais.
A editora se encarrega de fazer a correção do texto, de acordo com as normas cultas da língua, além de sugerir algumas melhoras ao mesmo. Após a edição do texto, a editora cuida do título da obra, que deve servir como atrativo ao público, passando então para o preparo da capa, através da ilustração, impressão da quantidade de volumes e montagem dos exemplares.
A editora também é responsável pela divulgação do material, pois é de seu interesse vender o produto.
Após a criação da prensa tipográfica, por Johannes Gutenberg (1398-1468), deu-se a publicação do primeiro livro em série, que ficou conhecido como a Bíblia de Gutenberg. A obra foi apresentada em 642 páginas e a primeira tiragem foi de duzentos exemplares. Essa invenção marcou a passagem da era medieval para a era moderna.
O primeiro livro publicado no Brasil foi Marília de Dirceu, escrito por Tomás Antônio Gonzaga. Na época, o imperador do país fazia uma leitura prévia dos mesmos, a fim de liberar ou não o seu conteúdo, funcionando como censura.
Em 1925, Monteiro Lobato, escritor e editor, autor do Jeca Tatu e do Sítio do Picapau Amarelo, fundou a Companhia Editora Nacional, trazendo grandes possibilidades de crescimento editorial para o Brasil.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

OUTUBRO ROSA






HISTÓRIA DO OUTUBRO ROSA
O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. 

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org). 

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente. 

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

http://outubrorosa.org.br/historia/

terça-feira, 22 de setembro de 2015

RADIONOVELA: ROTEIRO ADAPTADO DO LIVRO O PRIMO BASÍLIO DE EÇA DE QUEIRÓS


ROTEIRO
Título do livro: O primo Basílio
Título da obra adaptada: O primo Basílio – Eça de Queirós
APRESENTAÇÃO: Baseada no livro O PRIMO BASÍLIO, de EÇA DE QUEIRÓS. Publicado em 1878 é um dos mais conhecidos e importantes romances do escritor português. Foi escrito em Portugal, numa época de forte tendência realista na literatura. Sua leitura reporta a um tema sempre presente na estética realista: o adultério.
A ação central do romance apresenta o triângulo amoroso Jorge-Luísa-Basílio.
Luísa, a burguesinha bonita, loira e desmiolada, não faz nada na vida a não ser ler romances românticos, evidentemente, sendo facilmente seduzida pelo primo Basílio, tão logo o marido Jorge afasta-se de casa em viagem de trabalho.  Casados por conveniência, longe de ser um casamento firmado em bases sólidas, Luísa não resiste ao ataque do primeiro sedutor que aparece, entregando-se sem remorso.
Um dia recebe a visita de seu primo Basílio, antigo namorado.
Juliana: D. Luisa, D. Luisa.
Luísa: Ai Juliana. Que susto. Você parece uma assombração. Que foi?
Juliana: É que tem um homem na porta. E não sei se é para deixar entrar. Ta dizendo que é seu primo Basílio
Luísa: Claro que é.  Pode deixar que eu mesma atendo. Vai fazer seu serviço.

(porta abrindo)

Luísa: Oi.
Basílio: Linda.
Luísa: Fiquei esperando você ligar.
Basílio: Resolvi fazer uma surpresa.
Luísa: Que pena, o Jorge viajou semana passada.
Basílio: Por isso mesmo é que eu vim agora.
Luísa: Queria tanto que o conhecesse.
Basílio: Não irá faltar oportunidade.
Luísa:  E você? Continua solteiro?
Basílio: Solteirinho da silva. Você me trocou pelo engenheiro.
Luísa:  Você também me fez promessas e não cumpriu. Vai ficar aqui por muito tempo?
Basílio: Não pretendia. Mas depois de te ver vai ser difícil de viajar.

Narrador: Juliana traz duas taças de vinho (barulhos de taças)

Luísa: Aceita vinho?
Basílio: Aceito.

Narrador: O que eram duas taças de vinho se tornaram quatro, seis, oito, dez...
 (Liga a música. Luisa fecha portas e janelas) Os dois estão bem alegres. Basílio abraça Luísa para dançar. (Liga a música)

Narrador: O sol nasce em mais um novo dia. (som pássaros ao amanhecer)
(batida de porta e porta se abrindo)

Juliana: D. Luisa, D. Luisa. Olhe.

Narrador: Juliana entrega as flores e começa a varrer a sala. Luísa senta-se no sofá, lê o bilhete, vai para a sala de jantar e começa a escrever uma carta a Basílio:
LUÍSA“Querido Basílio, a noite de ontem também foi maravilhosa para mim, você realmente sabe como agradar a uma mulher, quero repetir isso mais vezes, mas aqui em casa é muito arriscado, Juliana, a empregada é muito intrometida, temos que nos encontrar em outro lugar. Beijos, de sua amada Luísa...”

 (batem à porta)

 Narrador: Enquanto isso ocorre, Luísa fica desesperada, joga a carta no lixo e vai até a sala. Juliana pega o lixo e sai.

Luísa: Sebastião! Mas que surpresa boa é essa?
Sebastião: Vim ver se está tudo bem. Se precisa de algo.
Luísa: Obrigada Sebastião. Mas está tudo bem. Graças a Deus.
Sebastião: Só quer que o Jorge volte logo. Advinhei?
Luísa: Sim. É uma tristeza.
Sebastião: Não quero atrapalhar, mas...
Luísa: Imagina. Você é de casa.
Sebastião: D. Luísa, evite problemas domésticos com as empregadas. Você parece preocupada.
Luísa:  Bobagem Sebastião.

Narrador: Luísa corre para ver a lata de lixo, mas não há nada lá.
Narrador: Juliana pega o bilhete do bolso.

 Juliana: Isso aqui vale ouro... é a minha aposentadoria... Posso ganhar pelo menos uns 600.000 réis

(telefone tocando) Luísa:  Alô... 
Narrador: É o primo Basílio. Ele avisa sobre o ninho de amor dos dois. O tão sonhado Paraíso. Todos os dias era lá que passava suas tardes.  Não tinha preguiça de se arrumar e percorrer todo o percurso até lá.

Narrador: Um dia estava de saída, quando Sebastião aparece na porta e Luísa acaba se atrasando. Sai, não encontra Basílio e volta mal humorada.

(batida de porta)

Luísa:   Ainda não arrumou a casa? Numa hora dessas a casa ainda assim?
Juliana: Tava cuidando disso agorinha mesmo.
Luísa:    Sabe que horas são?
Juliana: São umas três ou três  e meia.
Luísa:    E a casa ainda nesse estado. Você vive me dando dor de cabeça. Uma praga na minha vida.
Juliana:  A senhora tem passado as tardes na rua. E eu pensei que...
Luísa:   Você não tem que pensar nada.
Juliana: Só to dizendo que...
Luísa:  Cala a boca... Uma hora dessa e essa bagunça.
Juliana: To tentando explicar D. Lui...
Luísa:  Não interessa. Você passou dos limites. Pode arrumar suas coisas.
Juliana: Dona Luísa não me faça perder a cabeça.
Luísa: Rua... Rua.
Juliana: Eu saio se eu quiser.
Luísa: Como é que é?
Juliana: Eu saio se eu quiser... se eu quiser. Eu não to aqui para aturar faniquito de madame, não. A senhora não me conhece dona Luísa. Ta pensando que aquele cartão foi parar lixo? Eu encontrei aquele papel que o patrão não vai gostar nada de ver.
Luísa: Quê?
Juliana: Eu to dizendo que o cartão do seu amante ficou comigo. Tem uma cartinha da senhora também, viu?
Juliana: Dá licença que tenho um monte de serviço pra fazer.

Narrador: A partir desse momento Luísa passou a ser usada por Juliana, teve que dar algumas de suas roupas, fazer os trabalhos domésticos, trocar o quarto da chantagista. A essa altura Basílio já se mudou para Paris. E Jorge chega de viagem.

Jorge: Oi meu amor.
Luísa:  Olá. Senti muito sua falta, gostaria que nunca tivesse viajado.
Jorge:  Mas o que aconteceu? Ta muito diferente. Abatida.
Luísa:  Não é nada de mais Jorge.

Narrador: Não aguentando mais as chantagens de Juliana, Luísa escreve uma carta a Basílio pedindo dinheiro, mas ele não responde. Então ela resolve contar toda a verdade a Sebastião e que felizmente resolve ajudá-la. Para isso era preciso que Juliana ficasse sozinha em casa.

Luísa:  Vamos Jorge, vamos nos atrasar, dona Felicidade e o Conselheiro devem estar nos esperando.
Jorge: Vamos, amor, vamos. Estou morrendo de fome.

Narrador: Após todos saírem, Sebastião chega acompanhado de um policial. Eles ameaçam Juliana e conseguem recuperar as cartas. Juliana muito nervosa tem uma síncope e morre.

Narrador: Agora, Luísa está mais aliviada, tirou o peso de suas costas. Mas ainda havia uma angústia, um remorso. Luísa estava tendo alucinações, vendo o espírito de Juliana.

Luísa: Sai daqui, sai! As cartas são minhas. Sai! Já queimei todas. Sai fantasma. Sai.

Narrador: Um dia chega uma carta para Luísa, e Jorge muito curioso resolve abri-la:
Basílio: “Amada prima Luísa. Desculpa a demora para responder. Consegui o dinheiro. Agora poderá ficar livre da empregada. Quero-te dizer que estou com saudades de nossas tardes quentes no Paraíso, do seu perfume, do sabor de sua boca...” 

Narrador: Agora está tudo esclarecido para Jorge: os serviços realizados por Luísa, a boa vida de Juliana. Ele decide não falar nada para Luísa, pois ela está muito mal. Passam-sealguns dias e ela melhora.

Luísa: Que foi Jorge?
Jorge: Não é nada.
Luísa: Pode dizer. Você está muito calado ultimamente.
Jorge: Quer saber mesmo? Então te explico.

Narrador: Jorge mostra a carta de Basílio. Luísa treme e chora.
Luísa: Não... não pode ser...  
Luísa:  Ai, ai, ai. Que dor de cabeça Jorge. Jorge, por favor. Ai, ai.
Jorge:  Luísa, calma, calma. Eu to aqui. Calma. 

Narrador: Luísa dessa vez está muito fraca, parece que não vai resistir.
Jorge: Te amo. Te amo. Te perdoo. Não se vá. Fica comigo. Me perdoa. Me perdoa. Te quero de qualquer jeito. Me perdoa.

Narrador: E assim Luísa morre, Jorge se muda da casa que morava. Basílio volta a Lisboa e fica sabendo do acontecido, mas pouco se interessa e ainda diz debochadamente:

Basílio: Que ferro! Devia ter trazido Alphonsine!

O PRIMO BASÍLIO EÇA DE QUEIRÓS RADIONOVELA





TÍTULO DA RADIONOVELA: O primo Basílio
ROTEIRO ADAPTADO DO LIVRO: O Primo Basílio – Eça de Queirós
ROTEIRO E ADAPTAÇÃO DA OBRA: alunos da 1ª série A do Ensino Médio e a professora da Sala de Leitura.
  • Abner Kelvin Pereira da Silva
  • Beatriz Alves da Silva Cordeiro
  • Caio Mioto Aires
  • Júlia Calcete Cini
  • Mariana Pereira Lauriano
  • Rafael Barboza Rocha da Silva
  • Victorya Cristina Santos de Souza
  • Andreza Cristina da Luz (Professora Sala de Leitura)
RADIATORES E SEUS PERSONAGENS:
Narrador: Rafael Barboza Rocha da Silva
Personagens:
  • Basílio: Caio Mioto Aires
  • Luísa: Júlia Calcete Cini
  • Jorge: Abner Kelvin Pereira da Silva
  • Juliana: Beatriz Alves da Silva Cordeiro
  • Sebastião: Rafael Barboza Rocha da Silva
CONTRARREGRA: Abner Kelvin Pereira da Silva
SONOPLASTIA: Abner Kelvin Pereira da Silva
                                Pedro Lucas Pereira Machado
GESTÃO: Andreza Cristina da Luz 
DURAÇÃO: 8,36 minutos
EDIÇÃO:  Abner Kelvin Pereira da Silva
                   Pedro Lucas Pereira Machado

APOIO/COLABORADORAS:
  • Márcia Pilla Fernandes – Professora de Língua Portuguesa e Literatura
  • Sandra Cavassani Penedo – Professora de Arte
PHOTOSHOP: Giovana de Lúcio Bonfim (3ªA)

Turma: 1ª A – Ensino Médio.
Escola: E.E. Prof. Edson Vianei Alves 



quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Clarice Lispector




Clarice Lispector
(1926-1977)

Clarice Lispector nasceu em 1926 na Ucrânia e, ainda pequena, mudou-se com a família para Recife, Pernambuco. Mais tarde, veio para o Rio de Janeiro, onde estudou Direito. Durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou em Nápoles, Itália, no hospital da Força Expedicionária Brasileira. Após a guerra, morou na Suíça e nos Estados Unidos.
Seu primeiro romance, Perto do coração selvagem, escrito aos 17 anos, foi publicado em 1944 e lhe valeu o Prêmio Graça Aranha. Depois de publicar A maçã no escuro (1961), despertou o interesse da crítica literária que a situa, junto com Guimarães Rosa, no centro da ficção de vanguarda. Em sua obra descobre-se um uso intenso da metáfora, atmosfera íntima e ruptura com a realidade baseada em fatos, principalmente em A paixão segundo G. H. e Uma aprendizagem ou o Livro dos prazeres.
No contexto da nova literatura brasileira, a obra de Clarice Lispector se destaca pela exaltação da vivência interior e pelo salto do psicológico para o metafísico. No plano ontológico, Clarice produziu o encontro entre uma consciência e um corpo, em estado de materialidade neutra. Em sua narrativa podem ser identificadas várias crises: do personagem-ego, não através do intimismo, mas na busca consciente do supraindividual; da narrativa, através de um estilo inquisitivo; da função documental da prosa romanesca — Clarice parte do presuposto de que toda obra é romance de educação existencial.

De sua vasta produção literária, desde A cidade sitiada (1949) até A bela e a fera (1979), merecem ser lembrados os contos de Laços de família e A legião estrangeira e os romances A imitação da rosa (1977), Água viva (1977), A hora da estrela (1977, filmado por Suzana Amaral em 1985) e Um sopro de vida (1978). Morreu no Rio de Janeiro em 1977.

ALUNO LEITOR - 1º semestre 2015


Alunos leitores 1º semestre 2015

 Letícia - 2ª série A!


 Guilherme 3ªA e Bruna 1ªB

Parabéns!

CONCURSO: ESCOLHA UM NOME NOME PARA A SALA DE LEITURA

Apresentações
  Música: Onde Estiver  - Bruna da 1º série B


Leituras dramatizadas - trabalho realizado pela professora Sandra de Arte
Abner e Bruna - 1ª Série A
Soneto de Fidelidade - Vinícius de Moraes



Mais um dia a pensar  - Gabriela - 2ª série B

2ª série A
 Trem de Ferro - Manuel Bandeira



Amanda - 1ª série B
Estrela Polar - Vinícius de Moraes


Ana Carolina e Paola - 1ª série B


Abner - 1ª série A
Nome indicado e escolhido: Clarice Lispector
 


Parabéns a todos pela participação!
Muito Obrigada a professora Sandra!